Memórias de muitos anos de reportagens. Reflexões sobre o presente. Saudades das redacções. Histórias.
Hakuna mkate kwa freaks.











domingo, março 28, 2010

Benfica... TV (?)

Modo peculiar de "dar" um jogo de futebol na televisão... Nunca tinha visto coisa tão estúpida.
E tão inútil. Foi assim durante 90 minutos, mais os descontos.

sexta-feira, março 26, 2010

Brincando

Brincando com as imagens e os sons... que sempre é melhor que chorar...

domingo, março 21, 2010

Pertinho do céu (onde se ouve a electricidade passar nos cabos de alta tensão)

Não é só bom (muito bom) estar com os meus filhos. É bom estar assim:

Quem nos defende da polícia?



Há um silêncio que me incomoda e não posso ser cúmplice de tamanha cobardia. Há dias, um polícia matou um cidadão que não obedeceu à ordem de parar o carro. Poucos se arrepiaram com isto, e até me parece que muitos estarão com pena do coitado do polícia que alega nunca ter tido treino de tiro e, até, de não saber utilizar a arma. Eu diria que… não parece. Um único tiro contra um carro em fuga e foi o suficiente para matar o condutor. Revela belíssima pontaria e extrema destreza no manuseamento do instrumento. Azar? Azar teve o que morreu…
Claro que a corporação policial cerrou fileiras em torno do seu polícia, ajudando a fazer passar a ideia de que será ele a verdadeira vítima deste infeliz incidente e que o outro se não parou é porque tinha algum peso na consciência.
Pois, dou de barato as razões que levaram a vítima mortal a não obedecer à operação stop. Por si só, isso não justifica que um polícia dispare contra alguém. É que quando se dispara uma arma, corre-se o risco de matar. Já no tempo da “outra senhora” a GNR disparava para o ar e havia sempre um alentejano que morria. Era no tempo dos famigerados “alentejanos voadores”.
Não quero que esses tempos voltem.


segunda-feira, março 15, 2010

Publica e notoriamente antiquados

O jornal Público gaba-se de ter seis milhões e meio de leitores online por mês, mas poderia ter o triplo se houvesse alguma estratégia para a Web naquela redacção. Se há, não se nota...
Para além de alguma actualização do noticiário ao longo do dia, o jornal pouco mais faz para agradar aos leitores. É uma espécie de serviço mínimo que facilmente será ultrapassado por quem souber fazer mais e um pouco melhor. Exemplo… a página de vídeos, hoje, teve direito a 5 vídeos novos: Laetitia Sadier , a voz dos Stereolab a solo em Portugal (um vídeo retirado do YouTube); LCD Soundsystem (outro vídeo retirado do YouTube); a morte do actor Peter Graves (igualmente retirado do YouTube); uma historieta sobre um cantor russo (do YouTube, também); um institucional sobre a peça Rei Édipo, em cena no Teatro Nacional Dona Maria II (fonte: Ípsilon). Ou seja, estamos no reino do “faitdivers” e quem quiser ver notícias com imagem terá de continuar a ligar a televisão – ainda devem pensar assim, lá em Picoas.

quarta-feira, março 10, 2010

terça-feira, março 09, 2010

Sarmento não era escuteiro


A minha avozinha dizia que quando se “zangam as comadres, descobrem-se as verdades”, e não é que é verdade? Vejam só o que foi dizer ao Parlamento o presidente da PT, Henrique Granadeiro… que, quanto a pressões governamentais, sim tinha sentido, mas no tempo do Governo de Durão Barroso quando o ministro que tutelava a Comunicação Social, Morais Sarmento, tentou obrigar a PT a despedir três directores de jornais pertencentes ao grupo Lusomundo, a saber… Leite Pereira, Pedro Tadeu e Joaquim Vieira. Na sequência dessas pressões, Granadeiro pediu a demissão do cargo para não ter que aturar mais aquele ministro. Lembro que foi Morais Sarmento quem saneou Emídio Rangel, apenas porque aquele director da RTP não lhe “aparava os golpes”.
Seria isto um plano arquitectado para controlar os media?

Fraquinho


Então, respigando o que foi dito por Moniz no Parlamento, temos que, em tempos, ainda Sócrates era só ministro do Ambiente, terá tentado evitar a emissão de uma reportagem sobre um aterro sanitário algures no Alentejo… e que, António Costa, na época em que era ministro da Administração Interna, terá tentado impedir uma outra reportagem, alegando que estava cheia de incorrecções. Neste segundo caso, temos que a suspeita foi investigada, mas as investigações judiciais acabaram por dar razão ao ministro e arquivaram o caso.
É isto o arquétipo de um plano para controlar a comunicação social? Parece-me fraquinho…

segunda-feira, março 08, 2010

Não


Bom… ando com uma neura que nem posso. Tudo me irrita. Acho que é da chuva que não pára de cair. Já não sei quem me contou a graçola, mas que tal se puséssemos um contador da EPAL na chuva e mandássemos a conta para o S.Pedro?…
Irrita-me a perspectiva de ter de pagar mais do que a conta por esta crise para a qual eu e os meus pares nada contribuímos. Os bancos andaram a vender quimeras, os capitalistas engordaram pecúlios e quando ficou à mostra a mentira do sistema financeiro… põem-me uma conta à frente para pagar. Não quero pagar isto.
Não quero ficar com um salário cada vez mais magro, não quero ter de pagar cada vez mais, quando tenho de ir a um hospital do Estado nem quando envio os meus filhos para a escola pública. Não quero ver o Estado desfazer-se de empresas que constituem a própria essência do Estado… de que me serve que o Governo privatize a GALP, a REN, a CGD, a EDP?... se, com isso, nenhum dos serviços que essas empresas prestam vai baixar?
Estou cansado. Deve ser da chuva que não pára de cair…

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Jornalista; Licenciado em Relações Internacionais; Mestrando em Novos Média

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