Muito sinceramente, acho que a gripe das aves está muito mais espalhada do que se diz. Não sei se nos andam a esconder alguma coisa, mas tenho o pressentimento de que a situação é bastante grave e não vejo que se esteja a fazer alguma coisa de concreto para a combater, a não ser que a missão esteja atribuída aos serviços secretos.Reparem bem. De repente, surge um surto da gripe das aves no centro de Inglaterra, em plena Europa. Entretanto, houve notícias de casos em vários países africanos, Egipto e Nigéria se não me engano. Há, também, notícia de problemas na Indonésia. Ora, se em Inglaterra todos vimos alguma acção eficiente para conter a epidemia, com a eliminação de centenas de milhar de perus, nos outros locais tenho sérias dúvidas de que se esteja a fazer alguma coisa de útil, tendo em conta a tradicional desorganização dos países em causa e a crónica falta de meios com que se debatem. E se o vírus chegou à Nigéria, porque não a muitos outros países africanos? Quem me garante que existe algum tipo de vigilância eficaz em países como, por exemplo, o Mali, a Guiné-Bissau, a República Centro-Africana, o Congo, o Malawi, onde nem sequer existem laboratórios capazes de efectuar análises para detectar o H5N1.
Estamos todos à espera que o diabo do vírus adquira capacidade para se transmitir entre humanos, porque já há muito que adquiriu a capacidade de se transmitir dos pássaros para humanos e outros mamíferos, como cães e gatos.

Acredito que a praga devastará, primeiro, as desprotegidas populações de muitos países africanos e asiáticos, mas se os países ricos do Ocidente falharem na descoberta de uma vacina eficaz, também não terão melhor sorte.






Acreditam nisso e aplicam essa filosofia em quase tudo, até mesmo no relacionamento com outros países ou, agora, na chamada guerra contra o terrorismo. No que respeita ao terrorismo, já se percebeu que a estratégia não vai resultar. Quanto ao tráfico de droga, também não acredito que resulte, até porque haverá sempre alguém disposto a arriscar tudo para fugir da indigência, isto é, aqueles que não têm nada a perder.
Uma estranha coincidência porque, na rua, a maioria dos dealers era de raça branca ou hispânica.





Seis anos de cadeia por se recusar a entregar a filha ao homem que, em primeira instância, a rejeitou.






Só por uma vez estive na Tunísia em trabalho, foi em 1991, durante a I Guerra do Golfo. O Norte de África era, então, considerado a terceira frente de batalha e temia-se que os movimentos fundamentalistas, na época alegadamente aliados de Saddam Hussein, tentassem derrubar os regimes do Magreb, nomeadamente em Marrocos e na Tunísia.
