Balsemão foi à pantalha pública confessar o seu medo pela existência da Entidade Reguladora da Comunicação. O homem tem medo de ser examinado, avaliado. Porque a ERC (com a nova Lei da Televisão que aí vem) passará a ter o dever de avaliar periodicamente o desempenho dos operadores de televisão. No limite, a ERC poderá não renovar as licenças aos prevaricadores. E Balsemão revelou medo. Ele lá sabe.
Balsemão e Morais Sarmento
Morais Sarmento, também lá esteve. O ex-ministro de Durão Barroso que tutelou a Comunicação Social, teve um discurso hábil e muito político. Chegou mesmo a lamentar que, hoje, Marques Mendes não reconheça o bom trabalho que foi feito no serviço público de televisão.
Santos Silva, o actual ministro que tutela a Comunicação Social defendeu bem a sua dama e lembrou ao Dr.Balsemão que os operadores privados usam um bem público, que para isso são licenciados pelo Estado e por isso têm de cumprir com um caderno de encargos. E que não há renovações automáticas de licenças de televisão. Embora, de facto, a questão da renovação só se coloque daqui a 15 anos. Nem percebo porque razão o Dr.Balsemão se preocupa tanto com isso.

Fátima Campos Ferreira
Almerindo Marques jogava em casa. Desajeitado a falar, consumiu-se em auto-elogios. Foi ele o salvador da RTP, confessou Almerindo ao mundo. Mas disse uma coisa interessante: a RTP custa, a cada cidadão, por ano, 26 Euros e trinta cêntimos apenas. Sendo assim, até sai baratinha, esta televisão.











Canta por todo o Mundo. Quem já a viu em palco sabe que é fascinante, carismática, poderosa.










Acabo de ler uma notícia que me deixou aliviado
Fiquei mesmo vaidoso…
Pelo menos a guerra acabou.







O telemóvel então, em poucos anos, transformou-se num artigo de primeiríssima necessidade. Ele toca e nós atendemos logo, como se a nossa vida dependesse daquilo. Como era bom, dantes, lembram-se, em que saíamos de casa ou do local de trabalho e ficávamos livres. Hoje não. O telemóvel é um cordão umbilical com a mulher (que quer saber onde andamos) ou com o patrão (que se lembrou de nos por a trabalhar fora de horas). Muitos empregos, hoje, implicam a obrigatoriedade de ter o telemóvel sempre à mão, de estarmos contactáveis a toda a hora e, portanto, disponíveis para o trabalho. Mas não vejo ninguém a prescindir do aparelhinho.









