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Carlos,
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Chegaram as andorinhas!
Uma, banhou-se 5 vezes na piscina.
Abraços,
Waldemar
A foto intitula-se "Partitura", autoria de Anderson de Carvalho Soares.



A foto de hoje é de Lúcio Letra e intitula-se "Dizer Não".

Fotografia intitulada "Madagáscar" e assinada por Nuno Lobito.






O que me irrita, neste texto, é apresentarem a Fernanda Câncio como “jornalista e namorada”, sendo que ficamos com a impressão de que o facto dela se deitar com o Primeiro-Ministro é a sua real mais-valia para a TVI, pelo menos no entender do escriba do Correio da Manhã.









Solicitaram logo ali a exibição da caução de 250 mil € exigida por lei. Mas o documento estava dentro de um dos muitos envelopes lacrados e a advogada teve de dizer ao funcionário que se quisesse ver a caução teria de abrir por sua conta e risco o envelope… o que é contra as regras do concurso. Os envelopes, todos os envelopes, só poderiam ser abertos no dia seguinte, às 10 da manhã. Lá tiveram de se conformar… Mas a guerra ainda só agora começou. E de uma coisa podemos todos ter a certeza. Este era um concurso feito para atribuir o canal à ZON… seria uma espécie de pró-forma, um mero ritual, uma encenação sem complicações… a candidatura da Telecinco estragou-lhes a festa.















O malandro do Carlos Pinto Coelho escreveu: "Quero partilhar contigo a imagem dos campos alentejanos quando saí de casa, esta manhã. A sete minutos de viagem, não resisti, parei o carro e guardei para sempre a memória de um espectáculo."O video é um extracto de um programa produzido pela Teresa Guilherme, julgo que para a SIC, em 1997 ou 98. Supostamente, a gravação da entrevista seria para incluir num programa para as comunidades emigrantes, num canal qualquer de cabo nos Estados Unidos. Enfiei o barrete todo, todinho, da cabeça aos pés. Foi um trabalho bem feito que contou com a minha tradicional ingenuidade... não ha' nada a fazer. Vou morrer assim. Um abraço ao Frederico Duarte Carvalho, que me enviou o link do YouTube.

Quase nunca olham pela janela porque, se olhassem, assustavam-se com os monstros que, na escuridão dos tuneis, espreitam a corrida das carruagens.