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Tentar resolver…
Mas, é preciso dizê-lo… voltei de mãos a abanar. Continuo sem certificado de habilitações e sem saber quando o terei. A senhora apenas se comprometeu a dizer-me qualquer coisa durante a próxima semana. Razões para tamanha demora na prestação deste serviço: excesso de trabalho…
Sim, o Fred é o cabeça-de-lista do PPM ao Parlamento Europeu… não sei se tem alguma hipótese de ser eleito ou se ainda precisará também de comer muita farinha Maizena, mas imagino o prazer que isto lhe está a dar. Não só pela adrenalina própria da corrida eleitoral, mas pelo alivio de não ter de fazer diariamente a IC-19, pelo menos durante o período da campanha eleitoral. A Lei permite que os candidatos sejam dispensados do trabalho, sem perda de regalias ou qualquer penalização pecuniária. Para o Fred, são férias grandes! Para o Jacques Rodrigues, azia.








Um deles, o banqueiro Dias Loureiro, tem andado nas bocas do mundo por causa do seu envolvimento no caso BPN, um banco que andou a servir de veículo a aldrabices de todo o tamanho e que só se salvou da falência porque foi nacionalizado.
Consultada a lista dos Conselheiros, o 16º nome que nos aparece é o do Dr.Balsemão. Este nosso amigo é dos tais que foi escolhido pelo actual Presidente. Ou indicado pelo PSD, vem a dar no mesmo. Toda a gente sabe que Balsemão é o principal accionista do BPP – Banco Privado Português, outro banco que está à beira da falência e a ser investigado judicialmente por alegadas trafulhices de gestão. Enquanto accionista de referência do BPP, o nosso amigo sacou lucros durante anos, lucros esses que, estamos agora a ver, foram obtidos através de uma gestão danosa dos interesses dos depositantes. Estranhamente, ou não, na última assembleia geral do Banco Privado Português um grupo de três dos maiores accionistas da instituição propôs "um voto de louvor e confiança" à administração liderada por João Rendeiro. Nessa proposta, Francisco Pinto Balsemão, Stefano Saviotti, ambos com participações de 6% na Privado Holding, e a Sofip, ligada à família Vaz Guedes, da construtora Somague, com uma posição de 3% no banco, sublinhavam "a forma eficiente e escrupulosa como foi conduzida a actividade da sociedade", bem como "o bom senso e rigor evidenciados na respectiva gestão".
Saído do hospital às 2:30 da manhã (tendo entrado às 16:45) ainda cheio de dores e fome, não tive energias para mais do que preencher uma página do livro de reclamações ouvir a clamação (do tipo o filho da puta do Sócrates é que devia vir agora aqui) dos utentes que tinham chegado às urgências pela hora de jantar e que, cinco horas depois, ainda não tinham sido atendidos... e pude ainda encolher os ombros perante a tirada determinada da Luisa Pité (SIC e ex-secretária do Rangel e Manuel da Fonseca que acompanhava a mãe numa crise de barriga) que ameaçava "amanhã, a primeira coisa que vou fazer é falar com a Conceição Lino para vir cá o Nós Por Cá" o que não entusiasmou particularmente a plateia da sala de espera.