
A direita política anda a fazer campanha pela redução dos impostos sobre as empresas, a pretexto de proporcionar alívio financeiro e evitar falências e maior desemprego ainda.
Pode até parecer boa ideia, mas acho que não é. Julgo que se trata de mais uma falácia política. Primeiro, porque não será suficiente uma redução de impostos para agradar aos capitalistas. Seria necessário uma anulação de impostos. Só aí eles ficariam verdadeiramente contentes e, talvez, mais condescendentes. Depois, porque sem cobrança de impostos o Estado ficaria sem meios para continuar a subsidiar a segurança social. Sim, é verdade que o subsídio de desemprego é uma miséria e que os restantes serviços sociais prestados pelo Estado são mauzinhos, mas imaginem o que seriam escolas e os hospitais públicos se tudo estivesse nas mãos dos que só pensam no lucro pessoal e egoísta… eles que acham que o subsídio de desemprego, por exemplo, é apenas um incentivo à preguiça e uma regalia a abater num futuro próximo… Por último, se a ideia é assim tão genial, porque será que nunca até hoje nenhum governo a aplicou? Nem mesmo aqueles que a reclamam, agora? Oportunidades não lhes faltaram, nestes 35 anos de exercício da Democracia.
Concordo quando se acusa o Estado de pagar mal e tarde. E isso devia acabar. Não há nenhuma razão para o Estado demorar meses e anos a pagar aos que lhe fornecem bens e serviços. É um mau exemplo e serve de desculpa para os privados fazerem o mesmo entre si. Ninguém paga a ninguém, conheço vários casos de pequenos empresários (são sempre os pequenos que se lixam…) que foram à falência, não por falta de trabalho, mas porque não conseguem cobrar os serviços que prestaram ou os bens que venderam. Assim, os calotes do Estado apenas beneficiam as grandes empresas, as únicas que conseguem aguentar o tempo de espera… sacrificando uns quantos postos de trabalho para equilibrar as contas e continuarem a dar lucro aos accionistas.
Pode até parecer boa ideia, mas acho que não é. Julgo que se trata de mais uma falácia política. Primeiro, porque não será suficiente uma redução de impostos para agradar aos capitalistas. Seria necessário uma anulação de impostos. Só aí eles ficariam verdadeiramente contentes e, talvez, mais condescendentes. Depois, porque sem cobrança de impostos o Estado ficaria sem meios para continuar a subsidiar a segurança social. Sim, é verdade que o subsídio de desemprego é uma miséria e que os restantes serviços sociais prestados pelo Estado são mauzinhos, mas imaginem o que seriam escolas e os hospitais públicos se tudo estivesse nas mãos dos que só pensam no lucro pessoal e egoísta… eles que acham que o subsídio de desemprego, por exemplo, é apenas um incentivo à preguiça e uma regalia a abater num futuro próximo… Por último, se a ideia é assim tão genial, porque será que nunca até hoje nenhum governo a aplicou? Nem mesmo aqueles que a reclamam, agora? Oportunidades não lhes faltaram, nestes 35 anos de exercício da Democracia.
Concordo quando se acusa o Estado de pagar mal e tarde. E isso devia acabar. Não há nenhuma razão para o Estado demorar meses e anos a pagar aos que lhe fornecem bens e serviços. É um mau exemplo e serve de desculpa para os privados fazerem o mesmo entre si. Ninguém paga a ninguém, conheço vários casos de pequenos empresários (são sempre os pequenos que se lixam…) que foram à falência, não por falta de trabalho, mas porque não conseguem cobrar os serviços que prestaram ou os bens que venderam. Assim, os calotes do Estado apenas beneficiam as grandes empresas, as únicas que conseguem aguentar o tempo de espera… sacrificando uns quantos postos de trabalho para equilibrar as contas e continuarem a dar lucro aos accionistas.
















Sim, o Fred é o cabeça-de-lista do PPM ao Parlamento Europeu… não sei se tem alguma hipótese de ser eleito ou se ainda precisará também de comer muita farinha Maizena, mas imagino o prazer que isto lhe está a dar. Não só pela adrenalina própria da corrida eleitoral, mas pelo alivio de não ter de fazer diariamente a IC-19, pelo menos durante o período da campanha eleitoral. A Lei permite que os candidatos sejam dispensados do trabalho, sem perda de regalias ou qualquer penalização pecuniária. Para o Fred, são férias grandes! Para o Jacques Rodrigues, azia.




