
... mesmo que seja por demais evidente que o homem, neste momento, só tem a perder com
tudo isto. O que mais me intriga é o modo como esta trapalhada se tem desenvolvido. Primeiro, foi o "drama" da rescisão com o Moniz que, aparentemente, se desenrolou sem que a TVI tivesse acautelado um substituto à altura para o lugar de director-geral do canal. Agora, o modo como se tenta afastar a mulher do Moniz, quando já era público e notório que esse afastamento seria inevitavelmente transformado em facto político... e, entretanto, ninguém na TVI parece notar a constante descida das audiências do canal que quase se deixou ultrapassar pela RTP, nos últimos dias.
No bas fond, os interessados em calçar as botas do defunto alinhavam argumentos a favor deles mesmo e os nomes já rolam na passadeira das apostas: Paulo Camacho... Júlia Pinheiro... Tino de Rans...
Mas será que esses espanhóis não têm o telefone do Emídeo Rangel?