
Dito isto, chego a pensar que aquilo que aparentemente é uma gralha do Diário de Notícias (no título do inquérito que promove hoje na edição online), pode não ser. Não faltam por aí apologistas do veto presidencial à lei que legaliza o casamento gay. Seria uma maneira de rectificar algo impuro.
Mas, já agora, reparem no "andamento" do inquérito (a meio da tarde de hoje): o "não" vai à frente com 672 votos, o que significará que existem mais leitores do DN a preferir que Cavaco "rectifique" as intenções dos partidos da esquerda parlamentar que votaram a favor do casamento gay.
Vamos ver o que faz Cavaco.
3 comentários:
De facto, é uma gralha grave, como se o Presidente fosse o Guia Supremo, como no Irão, e tivesse o poder de corrigir o que faz a Assembleia da República. Rectificar é corrigir um erro. Espera-se que os redactores do DN se apressem a rectificar. Já agora que não substituam por ratificar que seria também asneira.
Nem mais. Acabam de mudar para... ratificar. A asneira continua.
É um bom exemplo do "bom" jornalismo português.
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