Memórias de muitos anos de reportagens. Reflexões sobre o presente. Saudades das redacções. Histórias.
Hakuna mkate kwa freaks.











terça-feira, novembro 10, 2009

Errar


As escutas telefónicas feitas a Sócrates são nulas porque não foram previamente validadas pelo Supremo.
Se isto for verdade, o homem safa-se por um erro processual e não por questões relativas à matéria de facto de que é suspeito: corrupção.
Esta notícia, que li no Público, sendo aparentemente boa para o primeiro-ministro, pode ter um resultado perverso. Primeiro, porque não isenta Sócrates da suspeita. Segundo, porque não o livra de continuar a ser frito em lume brando nas páginas dos jornais.
Sócrates não precisava disto... do que ele precisava era de uma completa e inequívoca isenção de qualquer suspeita.
Além disso, um erro processual numa investigação destas parece mesmo feito por encomenda. Então o juiz que dirigiu a investigação não sabia que tinha de pedir uma autorização especial ao Supremo, tendo em conta que o investigado era o primeiro-ministro?

3 comentários:

Fada do bosque disse...

É o poder acima do poder...
E aquele que se dá ao luxo de escolher os PR´s e os governos que lhe interesam, manipulando aquilo de que ele é o dono máximo!
É o que apoiou a Manuela Ferreira Leite em público.
É o Grande Bildeberg português a manobrar, o Pinto Balsemão. O carrasco do País. Vai acabar com o que resta deste rectângulo. Hitler era menos manhoso...

TERESA SANTOS disse...

Estamos a atingir o limite dos limites, o fim do tolerável.
A falta de respeito, de vergonha, de uns e de outros é obscena. Nunca pensei viver uma situação destas. Os tão malfadados políticos de outros tempos, perante muitos destes, ainda acabam canonizados.

Gil disse...

O sinistro, o esquivo, a reencarnação de Mabuse, o filho de Shaitan, o Chico Balsas!!!

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Jornalista; Licenciado em Relações Internacionais; Mestrando em Novos Média

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