Memórias de muitos anos de reportagens. Reflexões sobre o presente. Saudades das redacções. Histórias.
Hakuna mkate kwa freaks.











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sábado, outubro 22, 2011

DIGNIDADE (reportagem no Sudão)

sexta-feira, outubro 21, 2011

A REVOLTA DOS MAIS VELHOS

terça-feira, outubro 18, 2011

SEMENTES DO DIABO

POR ÁGUA ABAIXO

terça-feira, maio 03, 2011


http://letrasdeferro.blogspot.com/2011/05/intervencao-de-carlos-narciso-na.html

quinta-feira, fevereiro 03, 2011

terça-feira, dezembro 14, 2010

segunda-feira, março 15, 2010

Publica e notoriamente antiquados

O jornal Público gaba-se de ter seis milhões e meio de leitores online por mês, mas poderia ter o triplo se houvesse alguma estratégia para a Web naquela redacção. Se há, não se nota...
Para além de alguma actualização do noticiário ao longo do dia, o jornal pouco mais faz para agradar aos leitores. É uma espécie de serviço mínimo que facilmente será ultrapassado por quem souber fazer mais e um pouco melhor. Exemplo… a página de vídeos, hoje, teve direito a 5 vídeos novos: Laetitia Sadier , a voz dos Stereolab a solo em Portugal (um vídeo retirado do YouTube); LCD Soundsystem (outro vídeo retirado do YouTube); a morte do actor Peter Graves (igualmente retirado do YouTube); uma historieta sobre um cantor russo (do YouTube, também); um institucional sobre a peça Rei Édipo, em cena no Teatro Nacional Dona Maria II (fonte: Ípsilon). Ou seja, estamos no reino do “faitdivers” e quem quiser ver notícias com imagem terá de continuar a ligar a televisão – ainda devem pensar assim, lá em Picoas.

terça-feira, março 09, 2010

Sarmento não era escuteiro


A minha avozinha dizia que quando se “zangam as comadres, descobrem-se as verdades”, e não é que é verdade? Vejam só o que foi dizer ao Parlamento o presidente da PT, Henrique Granadeiro… que, quanto a pressões governamentais, sim tinha sentido, mas no tempo do Governo de Durão Barroso quando o ministro que tutelava a Comunicação Social, Morais Sarmento, tentou obrigar a PT a despedir três directores de jornais pertencentes ao grupo Lusomundo, a saber… Leite Pereira, Pedro Tadeu e Joaquim Vieira. Na sequência dessas pressões, Granadeiro pediu a demissão do cargo para não ter que aturar mais aquele ministro. Lembro que foi Morais Sarmento quem saneou Emídio Rangel, apenas porque aquele director da RTP não lhe “aparava os golpes”.
Seria isto um plano arquitectado para controlar os media?

Fraquinho


Então, respigando o que foi dito por Moniz no Parlamento, temos que, em tempos, ainda Sócrates era só ministro do Ambiente, terá tentado evitar a emissão de uma reportagem sobre um aterro sanitário algures no Alentejo… e que, António Costa, na época em que era ministro da Administração Interna, terá tentado impedir uma outra reportagem, alegando que estava cheia de incorrecções. Neste segundo caso, temos que a suspeita foi investigada, mas as investigações judiciais acabaram por dar razão ao ministro e arquivaram o caso.
É isto o arquétipo de um plano para controlar a comunicação social? Parece-me fraquinho…

sábado, fevereiro 20, 2010

Notícia escrita por um "pé de microfone"


Acho fantástico que um jornal (qualquer um) faça eco de declarações deste tipo sem as contraditar. Para quem não sabe, o Governo regional paga, sustenta, é a razão de ser do Jornal da Madeira. Deste modo, apesar de ter um preço de capa (meramente simbólico) o jornal é, de facto, oferecido pelas esquinas do Funchal a todos quantos o queiram ler. Deste modo, AJJ não só tem o jornal nas mãos como mata qualquer tentativa de concorrência que surja. É que mais barato que o JM não é possível. Melhorzinho já não seria difícil...

sábado, fevereiro 13, 2010

Pinheiro Chagas dixit (muy antigo Primeiro-Ministro)


Está absolutamente demonstrado que só os poderes enfraquecidos perseguem a imprensa e, por outro lado, está igualmente demonstrado que nem por isso se tornam mais robustos e que, ao contrário, acabam quase sempre por se declarar vencidos. Só os poderes enfraquecidos temem a imprensa porque a imprensa não é para temer. - João Pinheiro Chagas (1863/1925)

quinta-feira, fevereiro 11, 2010

Liberdade em perigo? Ou Justiça em perigo?


Há aqui um paradoxo absurdo neste drama das escutas do caso “Face Oculta”. Por um lado, os envolvidos pela suspeita querem que os preceitos legais do segredo de justiça não sejam aplicados, que as transcrições sejam integralmente publicitadas e publicadas na imprensa. O juiz que tem o caso não deixa. Simultaneamente, ele ou alguém que tem acesso ao processo, passa para os jornais excertos das escutas, parcelas que não sabemos bem se estão descontextualizadas ou, mesmo, se são verdadeiras. Se a coisa fosse feita às claras, seria o próprio juiz, ou alguém por ele, a validar as transcrições, a colar o selo e a remeter o envelope para as redacções. E evitava-se este estendal à volta de um segredo de justiça que ninguém respeita e evitavam-se providências cautelares e alegações de que a liberdade de expressão está em perigo.

terça-feira, fevereiro 09, 2010

Ali Babá


Sócrates tem de perceber que de nada lhe serve condenar o mensageiro, quando o autor da mensagem prossegue impune. E também tem de perceber que de nada lhe serve argumentar contra o crime da publicação de escutas, mesmo que tenham sido escutas ilegais, se o conteúdo dessas conversas for política ou socialmente relevante. A velha máxima de que “à mulher de César não lhe basta ser séria, tem de parecer séria” aplica-se que nem uma luva a este primeiro-ministro.

terça-feira, fevereiro 02, 2010

Calhandreiros

O Mário Crespo tem o direito de escrever o que lhe vai pela alma e o primeiro-ministro o direito de pensar que o Mário é um “débil mental”. Isto não significa que aquilo que o Mário escreveu seja verdade nem que o primeiro-ministro tenha o direito de considerar o jornalista como “um problema a solucionar”.
O problema é que esta história é, de facto, uma “calhandrice” e descortinar a verdade é das tais tarefas difíceis de concretizar, até porque cada qual tem a sua… O Mário considera a fonte credível e publicou. Mas pode estar a beber de uma fonte “inquinada”, isso não podemos avaliar porque o Mário não a revelou. Só o facto da crónica ter sido publicada num site do PSD indicia o aproveitamento político da questão.
Para mim, trata-se de um fait divers pouco dignificante. Para todos os intervenientes.
Ainda assim, acho que devemos escutar o piar do pássaro. Não para o repetir, mas para aprender.

quarta-feira, janeiro 27, 2010

Propaganda


A notícia vem em todo o lado. A empresa que lançou este novo "electrodoméstico" não podia esperar melhor propaganda. Jornais, rádios e televisões encharcaram-nos com o nascimento desta "coisa", como se isto viesse contribuir para a felicidade de mais alguém além do dono da dita empresa...

E a propaganda é de tal ordem que o dado mais interessante não é divulgado: o preço.

quarta-feira, dezembro 23, 2009

"quando ouviu, o que sentiu?"


Ninguém é culpado se o vento sopra com demasiada força, se cai chuva a mais, se a temperatura desce mais do que o habitual. Mas alguém há-de ser culpado por se construírem estruturas débeis e em locais inapropriados, por não se mandarem limpar valas e leitos de cheia, por não haver planos que antecipem soluções para os danos previsíveis em caso de catástrofe. A incompetência pode ser criminosa e está, de resto, plasmada legalmente. Chama-se negligência dolosa. E são estas questões que eu gostava de ver tratadas nas reportagens sobre o mau tempo de hoje e ontem. Mas não, os jornalistas, hoje, preferem virar-se para a vítima e perguntar banalidades tipo "mas quando se apercebeu, o que é que ouviu?"... Ficamos a saber que a estufa do senhor tal ficou danificada, que a vivenda da dona tal ficou alagada, que a velhota do fundo da rua apanhou um grande susto, que não há luz em Torres Vedras, que ali ficou uma estrada cortada… mas nada sabemos quanto à eficácia e à eficiência dos serviços públicos ou privados que nos devem proteger e ajudar a ultrapassar este tipo de dificuldades. É pena e é mau jornalismo, mesmo se as imagens reais são interessantes.

Trampa em forma de letra


Jacques Rodrigues, que fez fortuna com sub-produtos jornalísticos e escritos rascas, foi condenado a pagar 12 mil € a Rita Blanco por causa de uma reportagem invasiva da vida privada da actriz.
Fico contente, embora saiba que o velhaco vai recorrer, empatar a aplicação da Justiça o mais que puder, tentar todos os truques para não pagar.
Pena é que as pessoas continuem a consumir a trampa que se publica em Ranholas.

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Jornalista; Licenciado em Relações Internacionais; Mestrando em Novos Média

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