Memórias de muitos anos de reportagens. Reflexões sobre o presente. Saudades das redacções. Histórias.
Hakuna mkate kwa freaks.











sábado, junho 03, 2006

Uns tabefes em público

Descobri hoje, no Correio da Manhã, uma guerrinha de alecrim e manjerona entre um tipo que se considera "o máximo do jornalismo português" e o homem que, um dia, lhe deu a mão e o tirou do banco de suplentes. Na RTP, Rodriguinho lia notícias da secção desportiva... quem se lembra?
Hoje, tenta morder a mão que lhe deu de comer, porque julgará que jamais voltará a precisar dele. É a vida... Mas é sempre bom que estes atrevimentos venham a público, para que se conheçam melhor as pessoas.

10 comentários:

polittikus disse...

Pois é. O aprendiz quer sempre suplantar o Mestre...

125_azul disse...

Não é quase sempre assim? Uma espécie de inconsciente colectivo, herdado do outro que ganhou um pequeno condado da mãe e vei por aí a baixo à martelada, zangando-se primeiro com a mãe, claro. Um domingo feliz!

Cãocompulgas disse...

A imodéstia e o convencimento levam invariavelmente a estas situações. Infalível tb é a roda da fortuna ou a vida, chamemos-lhe o q quisermos, q nos dá grandes lições de vida - grandes ascensões e maiores tombos. Aos 46 já aprendi isso. À minha custa... Todos aprendemos...

romã disse...

Só um homem forte desperta tantos ódios de estimação.

Anna disse...

Boa tarde!
Em primeiro lugar devo dizer que não li o referido artigo. Mas está aqui uma fotografia de Emídio Rangel e não resisto a deixar aqui uma pergunta: porque será que a opinião pública, os espectadores, os ouvintes, ou leitores, enfim... têm tão má impressão de Emídio Rangel? (Eu incluída).

Anna disse...

Não foi o Sr. Rangel, que disse que na "sua" estação nunca haveria Big Brothers e assim que viu a audiência da TVI, foi a correr fazer um Big Brother pior ?!?

jawaa disse...

anna, talvez a inveja, por não possuirem eles próprios o valor que o distancia de todos os outros...

planaltobie disse...

anna, não tenho má impressão do homem. Anos e programas já não sei situa-los muito bem, mas lembro-me de Portugal abrir os olhos às telenovelas brasileiras e o que isso representou em termos de liberalização de costumes (a libertação da mulher, os divórcios, etc); lembro-me do "Juiz decide" e o que ensinou e... desmistificou; lembro-me dos "casos de policia" e da sua frescura e coragem para abordar o tema; ...As notícias a revelar um corrupto, etc, etc. Acho que isto se passou na década de 80/90, com o Emidio Rangel.
A partir daqui a televisão entrou em circo. Não acho que ele tenha culpa.

Anna disse...

jawaa, inveja só tenho de quem "bebe a água em todas as fontes".

Pepe disse...

jawaa, não se parece que seja a inveja a razão de todos os "ódios" (esta palavra não é ajustada, mas simboliza o peso da "impressão que as pessoas causam"). Parece-me mais que a soberba que caracteriza a actuação e os comentários Emidio Rangel é que provocam este tipo de ideias...
E o texto linkado neste post é a prova evidente do que digo...

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Jornalista; Licenciado em Relações Internacionais; Mestrando em Novos Média

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