Salvo raríssimas excepções, de que o presidente interino Henrique Rosa foi exemplo raro, os dirigentes guineenses pouco ou nada se têm preocupado com a união dos povos da Guiné-Bissau. De facto, não são “ramos do mesmo tronco”. Muito do que se passou na guerra civil, só foi possível porque, realmente, o povo lhes interessa muito pouco.
O último tiro dessa guerra fraticida foi disparado em 7 de Maio de 1999. Quando já nada havia a fazer para salvar o regime, Nino e Ansumane ainda mandavam disparar.
O último obus caiu no pátio de uma escola dos missionários do PIME. O local estava apinhado de populares, que ali se tinham refugiado do tiroteio nas ruas de Bissau.
Aquela multidão de homens, mulheres e crianças ouviu o assobio do voo do obus, um som cada vez mais agudo. No último segundo devem ter adivinhado o que se ia passar.
Mas já não havia tempo…



6 comentários:
À Guiné Bissau. Há sempre mais qualquer coisa para se fazer. Nem que seja lembrar.
Como vês não sou eu que sou chata.
Todos os que te lêem pensam que deves escrever um livro.
Acho que já esgotei os meus argumentos mas repito que se precisares de ajuda é só dizeres.
Pallywood
Você esteve lá. O que é que isto lhe parece?
http://www.youtube.com/watch?v=t_B1H-1opys&search=Pallywood
Excelente blog! Faltavam muitas destas palavras para "abanar" consciências... Parabéns!
A imagem fala e denuncia!!!
Os meus melhores agradecimentos ,Narciso.
A imagem fala e denuncia!
Os meus melhores cumprimentos, Narciso
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