Memórias de muitos anos de reportagens. Reflexões sobre o presente. Saudades das redacções. Histórias.
Hakuna mkate kwa freaks.











segunda-feira, março 06, 2006

O Poder da Arte (6)

Um vestido de ferro, pendurado num corredor do 2ºandar da Assembleia da República.
O artista "estilista" chama-se Rui Chafes.
Se não o vestirmos, o vestido até dá a ideia de ser leve, não é?
Apesar da "leveza", esta rede de arame tem qualquer coisa de armadura medieval, invoca cintos de castidade, ferrolhos, coisas assim... embora a transparência da "peça de roupa" pareça contradizer essas ideias de clausura.
A Fátima Lopes que se ponha a pau…

7 comentários:

objectiva3 disse...

As transparências foram e são armas de sedução...

Paulo J. Ribeiro disse...

Talvez as transparências comecem, paradoxalmente, a funcionar como armaduras. Uma transparência usada com sapiência consegue intimidar o mais ousado dos guerreiros!

Sofocleto disse...

Faz parte da linha Primavera-Verão para 1143.

Sony Hari disse...

Caía bem a Sócrates em dias de prestação de contas ao Parlamento :)

dakidali disse...

A tranparência podia servir para ver a alma de quem lá mora, se calhar ao fim de algum tempo havia metade dos moradores.
Beijinhos
Teresa

Isabela disse...

A Fátima Lopes também não faz roupa para ser usada. Quero que a Fátima Lopes vá... enfim, ela já está habtuada!

Lâmina d'Água, Silêncio & Escriba disse...

Amei a peça e tenho algo bem parecido.

É mesmo estranho essa sensação de leveza, sendo de material de difícil maleabilidade, mas é isso que começa a dar forma ao conteúdo...

ò,ó

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Jornalista; Licenciado em Relações Internacionais; Mestrando em Novos Média

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