Um vestido de ferro, pendurado num corredor do 2ºandar da Assembleia da República.
O artista "estilista" chama-se Rui Chafes.
Se não o vestirmos, o vestido até dá a ideia de ser leve, não é?

Apesar da "leveza", esta rede de arame tem qualquer coisa de armadura medieval, invoca cintos de castidade, ferrolhos, coisas assim... embora a transparência da "peça de roupa" pareça contradizer essas ideias de clausura.
A Fátima Lopes que se ponha a pau…
4 comentários:
Talvez as transparências comecem, paradoxalmente, a funcionar como armaduras. Uma transparência usada com sapiência consegue intimidar o mais ousado dos guerreiros!
Faz parte da linha Primavera-Verão para 1143.
A Fátima Lopes também não faz roupa para ser usada. Quero que a Fátima Lopes vá... enfim, ela já está habtuada!
Amei a peça e tenho algo bem parecido.
É mesmo estranho essa sensação de leveza, sendo de material de difícil maleabilidade, mas é isso que começa a dar forma ao conteúdo...
ò,ó
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